
Quarta-feira, 15 de Julho de 2009
Rapidinhas

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Marcadores: Sergio Mendes
Quarta-feira, 8 de Julho de 2009
ArrivederCi
"Nasceu num dia de um mês, no ano da graça de 1989, notando-se logo a irreverência natural, com a mania de ser sempre um ano mais novo que os amigos.
Desde cedo se adivinhava a sua tenacidade pois, aos 5 anos de idade, ele matou e violou (nesta ordem) a vizinha do 3º esquerdo apenas porque tinha deixado a luz do corredor ligada muito tempo, com o perigo de aumento das mensalidades do condomínio. Aos 13 anos, e tendo já conquistado a taça Uefa de badminton, ter tornado orfãs 78 crianças na guerra do Kosovo (a 1ª, a 2ª foi demasiado fácil), decide levar uma vida mais calma, tendo-se inscrito no ensino “público” português na E.S. 2.3 da Maia, ao mesmo tempo que começava com as suas aulas de guitarra.
Os anos foram passando e ele foi crescendo, tanto em altura como em cabelo, tendo deixado a sua marca em várias associações estudantis, associação de apoio à vítima e sindicato mineiro de explorações transmontanas. Aos 17, farto da falta de desafios terrenos, decide explorar novas aventuras, dignas de deuses, ao se matricular no novíssimo MIEEC, na FEUP. Mudado o nome para “Volume” e célebre pelos seus cafés no DEEC (ou qualquer máquina, indiscriminadamente), chegou a ser apanhado com 2 chiclas nos bolsos, um pacote amarrotado de açúcar, um rolo de papel higiénico e cerca de 0,2 mg de sangue na cafeína (dizendo ele aos transeuntes que nesse dia vinha “leve”).
Numa fase posterior gravou o Beijo do Dragão, fazendo a personagem de Jackie Chan no filme quando actuou de capa à ninja montado na sua moto.Convém salientar aqui as abufadeiras que a moto tinha. Eram umas boas abufadeiras... fruto do casamento do Quim do talho com a Maria da farmácia (aquela da Rua que sobe e desce).Tendo encontrado o seu inimigo mortal – O Indiano Paranóico – com o qual protagonizou a célebre frase “O que conta é a intensão”, decidiu persegui-lo, depois de este lhe ter negado a participação na sequela do filme “Fundamentos de Telecomunicações 1”, até Itália, tendo-o encurralado em Roma.
Que aventuras esperam esta ovelha indefesa (e Portuguesa) separada do seu rebanho? Para saberem o desfecho vão à missa das 9, em Lattutta Pileccata, onde todos os dias é rezada uma missa em honra deste personagem."

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Domingo, 28 de Junho de 2009
Deja-vú II
Levantar bem cedo e seguir para os jardins do palácio são os meus planos para o início da manhã. Já falei com a Belle e ela vem comigo, nos ouvidos, no autocarro. Gostei tanto dela que me armei em artista de cópia e já comecei com a transcrição/arranjo vocal! Quem sabe não se ouça um dia destes numa mesa de um qualquer canto.
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Marcadores: Belle, Jack Johnson
Terça-feira, 23 de Junho de 2009
Episódios
Permitam-me desviar ligeiramente este blogue do seu rumo e designação (blogue musical) mas passou-se um episódio digno de relato!
(leiam tuuudo porque a música que eu queria começa aos 2 minutos e 10 segundos! Notam o primeiro acorde da "Etelvina" no fim da "Ribeira by day"?!)
Há uns dias perguntaram-me porque raio havia técnicos de engenharia e Engenheiros! Que não fazia sentido porque era tudo a mesma coisa! Pois bem, caros leitores, eu disse que não mas nem me dignei a detalhar as diferenças que tão escandalosamente se pavonearam hoje à minha frente.
Acaba de sair um senhor de uma certa empresa cujo nome não me apetece divulgar para evitar que venham cá parar 1/1000 das pesquisas do Google com esse nome. Para esclarecer, começa com "z" e acaba com "on" e fornece serviços de televisão por cabo, sendo que o referido senhor veio instalar uma "box". Levei-o aos anexos cá de casa e foi aí que ele teve o seu primeiro momento brilhante:
"Isto é um anexo" - constata.
"...Cunfere!" - respondo eu.
2º momento logo de seguida:
"Bem, preciso de uma ficha" - quando tinha uma na mão.
Confuso, ao fim de uns segundos consegui perceber e perguntei - "Uma tomada, quer dizer?!"
Não me respondeu, não sei se por desprezo ou por vergonha...
Quando fui tratar desse assunto diz-me, rodando a ficha no ar à sua frente tal cowboy de instalações electricas a brincar com a corda que usa para apanhar os mausões:
"Isto não dá."
Simples, curto e conciso. Sorte que eu percebi o que o apoquentava. Tentei arranjar solução, como projecto de bom engenheiro que espero ser. "Há outra televisão..."
Fomos ver, era no cimo de um armário...
"Mas é mais complicadito de montar..." - Diz aqui o senhor Volume.
"Ui, mas isso eu não monto! Monta você!" [lamento mas ainda não consigo comentar esta]
...
Eu lá me contive, sorri-lhe honestamente e mudei de forma quase instantânea para a minha cara de enjoado:
"Então deixe aí que eu trato disso"
"Não posso! Tem de ficar instalada." - respondeu-me, sendo que esta última palavra foi dita com uma dicção digna daquelas senhoras do LOTO quando dizem os números por algarismos!
"A outra não dá, nesta você não instala nem me deixa fazer o seu trabalho... que opções restam?" - Comigo já a deixar transparecer um nadinha do meu descontentamento.
"Mas é pra instalar aí?!" - Diz o técnico.
(Mas DE QUE É QUE ESTAMOS A FALAR?!?! - penso eu)
"Ah, num seie..."
Quando finalmente lhe disse para a instalar na sala, onde estava a outra que foi a forma de me deixar em paz, vi a prateleira de vidro, o disco rígido e o leitor de DVD a milímetros de uma deslocação do seu centro de massa que levaría a uma queda fatal... para eles, para a "box" que os acompanhava mas, acima de tudo, para mim quando a minha mãe desse com o espetáculo que ali tinha decorrido!
Fui o mais delicado possível no meu olhar de fera quando cheguei o senhor para um canto e tratei de desligar tudo de forma a que ele tivesse de fazer SÓ aquilo para que foi treinado: ligar o cabo x na ficha y e o cabo w na ficha z, carregar no botão e fazer uma chamada para a central, sem ter de lidar com feitios dos clientes, resolver um problema inesperado ou sequer PENSAR em algo que não fossem as suas chamadas pessoais nas quais tentava vender um carro que estava a 30kms de sua casa.
Já não me lembro quem foi que me perguntou a diferença mas se ler este piqueno texto ficará concerteza ilucidado. Esta é a parte em que eu faço uma conclusão acerca do perfil de cada profissão e tento compreender estas pálas nos olhos que impedem a visão lateral desculpando-o na repetição da sua tarefa, já por si super interessante. Não o vou fazer pela clareza da exposição!
É simples e vai de encontro àquela justificação do "ah e tal o trabalho do técnico é mais prático".
A música que me apetecia tocar é outra mas hoje tinha mesmo de ser. Já no ano passado não tive oportunidade de a mostrar por cá portanto é desta!
"Ó Zé... ...vamos ver o nascer do sol ao areinho..."
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Marcadores: Canto Nono, Ribeira, São João
Segunda-feira, 22 de Junho de 2009
Deja Vú (ou "Já vi esta cáca nalgum lado")
The Kooks duas vezes não faz sentido. Com tanta coisa entre os milhões de horas de música do meu precisoso disco externo, tinha logo que escolher cromos repetidos...
Mas foi o que me apeteceu ouvir desde meio da manhã até este preciso momento. Mais: nem me apetece escrever mais nada! Ficamos por aqui.
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Quarta-feira, 10 de Junho de 2009
R...
Raquel é uma "velha paixão de 45 segundos" que se encontrava perdida [foi de propósito] algures na biblioteca musical do meu humilde computador (que baptizarei em breve com o nome de Airbus porque quando está em "performance máxima" parece que vai levantar voo). Lembrei-me dela no outro dia por mero acaso e veio a calhar. É menina dos Ornatos Violeta. O que há a dizer sobre eles?! Dispensam apresentações... É apenas importante sublinhar que após a separação, cada um dos pedaços continuou a fazer bom trabalho!
É impossível ouvi-la sem relembrar aqueles momentos em que os mais velhos ficam visivelmente atarantados e perguntam "mas está a gravar o quê?!" quando a tocámos pela primeira vez, em tom de brincadeira, num daqueles serões de convivência casual. O engraçado é que há aquela música que nem ouvíamos muito mas que de repente já tem um monte de momentos atracados!
"Quem diria que um dia voltava a ver... ..." (agora vejo-me sempre obrigado a lançar uma mini-gargalhada nesta parte antes de continuar, seja a ouvir, cantarolar ou simplesmente pensar na músiquinha!)
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Marcadores: Ornatos Violeta, Raquel
Sexta-feira, 29 de Maio de 2009
Nostalgia

Hoje foi um dia produtivo. Acordei cansado e agora, para além disso, ainda ganhei uma ligeira dose de nostalgia que me deixou a uma unha negra de ir jantar com uns amigos de repente, às 21:30 quando saía da faculdade numa quente noite de verão. É certo que vou ter saudades dos edifícios cinzentos com um toque de tijolo durante aqueles felizes 6 meses. Não me dou bem com mudanças. Gosto da evolução quando mantém o essencial mas não sou apologista de mudanças radicais. Felizmente, as grandes mudanças têm sido suportáveis mas só porque o acaso deixou que o essencial fosse andando por perto. Como será em breve? Nem quero imaginar. Pensemos positivo porque é este que me tira a nostalgia: aconteça o que acontecer, o próximo ano vai ser "da pilinha"!!! (Isto para ser um menino educado)
Estava a ganhar coragem para começar a preparar aulas de laboratório impossíveis e acabar um relatório sem as devidas ferramentas (como querer fazer um prédio sem cimento ou nadar sem água...), quando, no meu ritual pré-estudo, abro o e-mail e vejo um convite para visitar uma das páginas do senhor que agora ouvem. Estive todo o fim de tarde a alternar entre DMB, 2008 e bfachada... chegar a casa e ouvir um "free falling" original foi das melhores coisas que podia ter antes de uma noite de estudo. :)
Um dia destes, dou um salto desses, bem lá do alto! Daqueles do avião. Quem sabe, não o faço ainda antes de me erasmificar... Até vou ver isso no fim-de-semana!
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Marcadores: John Mayer Free Fallin'
