quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Tempo, para não variar

Numa versão em que os Cool Hipnoise se mostram como nunca tinha ouvido, os Xutos agradecem as melhorias da música original. O hino ao meu dia-a-dia, não tanto pelo "dantes" mas mais pela falta de tempo de agora. Gostei especialmente da parte do:

Fazia-se um curso belo
Dentro do tempo.
"Lolei forte", como se diz na gíria. Algo que 'dantes' ninguém saberia o que queria dizer e hoje poucos saberão também. Eu próprio, que a escrevi, não tenho bem noção. xD
 

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

primeira do ano

Sabe o mais atento pepitador que evito a todo o custo a repetição de autores neste pedaço de musica internauta mas hoje é claramente impossível. Era entre esta e a "Viela do Anjo", a única do "Porto a 8 vozes" que me falta e que tive uma vontade subita de a ouvir ontem, claramente sem sucesso. De qualquer forma, ambas repetidas portanto escolhi a mais mexida. Sim, é certo que não têm propriamente semelhanças senão pela língua... mas hoje não dá para mais. Amanhã é dia de exame e isto dos horários trocados dá a volta ao miolo.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

O que falta faz falta

Hoje em dia tudo é smart. Smartphone, smartbox, smartpack, smart o carro, smartgaita, smarticulasmalbaispaterapiadafala, tudo smart. E dizem que o chico-espertismo é Português...

Mudando de assunto: este é o B Fachada. Não sei de que é que é o B nem faço questão de procurar. Tenho-me divertido demasiado com a música para me dar ao trabalho. Hoje não foi excepção: mais uma surpresa com esta. Inclui-a no blogue na véspera da escrita e hoje vi que pelo menos a primeira parte faz de facto todo o sentido e até que já consta de outros blogues mais negros mas não menos manhosos. Aqui para nós, foi totalmente caída do céu :p

Os próximos tempos vão ser igualmente atarefados. Tanto que não consigo prever a frequência de escrita daqui para a frente, para não variar. Mas, dentro da azáfama diária, como sempre, farei os possíveis para arrancar o melhor que se vir por aí. Até consigo imaginar!

Ah, P.S.: no outro dia houve uma peste chata que me perguntou exaltada se havia outro post. A vontade já cá estava e isso foi o gatilho!

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Bailes

A música popular tem este problema: fica na cabeça.

Aqui fica o meu mais recente vício em tempo de estudo: o novo projecto do João Gil. Entretanto vou estudar para levar mais um baile de outro exame.

domingo, 4 de julho de 2010

Lobo

É pena a parte do "entre o ficar e o partir" muito à xutos... De resto está fenomenal. A métrica, o ritmo, a melodia, os efeitos: tudo direitinho. Até a letra.

Conheci-a em Roma e na altura ficou-me no ouvido. Ontem voltei a lembrar-me.
"Agora aqui agarra-me a mão."

Vou voltar a mergulhar no estudo. Só vim cá acima respirar.
Até já.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Simplicidade musical

O Mendes é um tipo que pertence aos azeitonas. Apanhei-lhe o blogue e saquei de lá estas pérolas (que felizmente disponibiliza gratuitamente!). Gostava de meter pelo menos 3 músicas mas não dá... A Isaura com um toque de morna, o "Reader's Digest" com o seu toque faduncho e os blues da "bolsa de amores" que me apanha no jogo de vozes bem simples mas que encaixa na perfeição.


Quanto ao resto, volto a reservar-me ao meu direito de loquacidade.


é sal, imensa água
que teima em nos separar
o leito da minha mágoa
vai engrossando o mar
ai isaura, eu ainda nao exauri
todo o sentimento que tenho por ti
isaura foste a primeira
do meu pobre coração
segue o teu porta-bandeira
vai na tua procissão
vai isaura, que o Carnaval já passou
o meu sentimento, não
navegar é preciso
no mar dos teus caracóis
nas ondas do teu sorriso
na esteira dos teus lençois
nas ondas da tua saia
eu preciso me afogar
mas sei que vou morrer na praia
por não enfrentar o mar
quando a estação derradeira
da vida me quiser me levar
e a manhã de quarta feira
em cinzas me tranformar
a poeira que do meu corpo restar
fica para sempre na areia
o resto, engrossou o mar

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Desde Sempre

Hoje encostei o meu lado verborreico. É tudo uma questão de "timing". Desde sempre não é, por definição, um momento oportuno...

Hora de mudar.