A Janis Joplin, segundo o que percebi, era a Amy Adega do século passado. Será fado de todas as gerações terem uma personagem mediática que canta neste estilo mas que se dedica ao auto-flagelo? Podia ser pior... Podia ser altruista! Ufa... Pessoalmente até gosto bastante da música da senhora britânica que aparenta ser fã dos excesso (s). No entanto ninguém me apanha num concerto daquela menina!
Os Trabalhadores do comércio aproveitaram a música da senhora Janis e fizeram uma versão nova. Muita boua!
Trabalhadores do Comércio- Mrecedes Preto
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Hoje acordei cansado mas apetecia-me escrever, embora sem tempo para não variar. Infelizmente começo a criar a rotina de levantar às 8:30 independentemente da hora a que me deito. Isto traz vantagens: um lugar calminho para trabalhar 1h antes do café pré-aulas-da-manhã é o mais desejado mal assento os pés na faculdade. Hoje decidi andar mais uns minutos para vir para aquela sala arejada e silenciosa que, combinada com a minha vontade de fechar os olhos, me impede de fazer as 503 tarefas que me faltam antes das 11h...
Novidades? Afinal sempre vou ter férias! Já tenho curso de italiano, só falta inscrever-me! Por falar em cursos, ando a tirar um. Não, não é o de engenharia... Metal. Do de ouvir, claro!
Procurar casa num país diferente do nosso sem qualquer meio para além da internet pode ser complicado. Esta foi a conclusão a que cheguei recentemente. Juntamos a isto a falta de confiança para escolher uma casa na qual vamos viver sem a ver... O resultado é uma valente preguiça de o fazer. Claro que ninguém o faz por nós. Fosse eu um homem de Deus e tudo se resolveria com "2 pais nossos e 5 ave marias". Que mania de simplesmente rezar pelas coisas... Então e arregaçar as mangas não seria mais produtivo? Mas ainda não acordei mesmo... Daqui a pouco! Ou amanhã... ou depois... E no fim? Reza para que vá a tempo... (Atenção: aos mais religiosos, não estou a questionar o facto de rezar! Estou somente a por em causa o pedido divino como único esforço para atingir um objectivo)
quinta-feira, 28 de maio de 2009
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Queima... do grelo
Hoje é dia de pôr o traje no cabide por uns meses até voltar a pegar nele para levar para Roma. A última semana só poderia ter sido mais levada ao extremo se eu me tivesse passado de vez e ido (finalmente) à garraiada, mas ainda não foi desta! Só no sábado é que olhei para trás e me apercebi de que tinha tido de facto momentos inesquecíveis mas tinha sacrificado o tempo que supostamente teria estado a trabalhar, enfiado na escuridão de um laboratório nos confins do departamento de Electrotecnía. Já lá diz o provérbio: "Transviado por uma centena, transviado por um milhar" (também conhecido por "perdido por 100, perdido por 1000) e como adepto da sabedoria popular lá aproveitei o último sábado. Momentos a registar para tentar partilhar (embora plenamente consciente de que são meus e, por mais que o meu altruísmo escondido queira mostrá-los ao estimado leitor, nunca conseguirei):
- A serenata! A monumental! Nem me apercebi da habitual conversa de café que ronda os ouvidos do mais distraído amante da música. Ficam apenas as lembranças dos abraços, uma ou outra frase, uma ou outra música que me trará de volta aqueles momentos com um sorriso saudoso. (Sim, PAC, a saudade existe! Só não precisa de ser uma coisa má.)
- O ECAP. Eu nunca tinha ido ao ECAP. É triste, eu sei, mas é verdade. Daqui para a frente não pretendo perder mais nenhum! Sublinho também (de forma invisível) uma frase que me foi dita pouco antes do concerto, que me deixou babado, tal como aos 2 ou 3 felizardos com quem a partilhei, e que faremos por que continue a fazer sentido.
Eu tento mas não consigo descrever; nem cortejo, nem serenata, nem mesmo o queimódromo, isto para não falar das noites e madrugadas entre a luz da vela e do luar, ao som de músicas manhosas ou de passeios na baixa com direito a passagens curtas no fita. Gostaría muito de ser capaz de escrever sobre o momento em que ouvi "nem penses em passares-te ao carvalho daqui a 2 anos!", sobre uma peça de Dyens com vista para o mar ou sobre um amigo que acaba a sua madrugada à meia-noite para me vir entregar um dvd... mas não dá. Lamento mas é meu. Faço como na música: uso metáforas. Se se tratasse de um sorriso, o espaço entre as 2 orelhas não chegava, dá para perceber? Deixo a música do primeiro fim-de-semana que acompanhou toda a semana. Começou na serenata, no apogeu daquela saudade estranha. (A saudade é sempre estranha. Nunca deveríamos ter razões para a sentir. Há sempre mais para viver, coisas que ainda não foram vividas e das quais teremos, um dia, saudades. Se desse, só tinha saudades quando morresse. Aí é que vale a pena!) Depois, continuou no ECAP, onde ouvi um arranjo vocal com ideias muito boas! (já arranjei a partitura :p) Deixo-vo-la.
Até breve.
- A serenata! A monumental! Nem me apercebi da habitual conversa de café que ronda os ouvidos do mais distraído amante da música. Ficam apenas as lembranças dos abraços, uma ou outra frase, uma ou outra música que me trará de volta aqueles momentos com um sorriso saudoso. (Sim, PAC, a saudade existe! Só não precisa de ser uma coisa má.)
- O ECAP. Eu nunca tinha ido ao ECAP. É triste, eu sei, mas é verdade. Daqui para a frente não pretendo perder mais nenhum! Sublinho também (de forma invisível) uma frase que me foi dita pouco antes do concerto, que me deixou babado, tal como aos 2 ou 3 felizardos com quem a partilhei, e que faremos por que continue a fazer sentido.
Eu tento mas não consigo descrever; nem cortejo, nem serenata, nem mesmo o queimódromo, isto para não falar das noites e madrugadas entre a luz da vela e do luar, ao som de músicas manhosas ou de passeios na baixa com direito a passagens curtas no fita. Gostaría muito de ser capaz de escrever sobre o momento em que ouvi "nem penses em passares-te ao carvalho daqui a 2 anos!", sobre uma peça de Dyens com vista para o mar ou sobre um amigo que acaba a sua madrugada à meia-noite para me vir entregar um dvd... mas não dá. Lamento mas é meu. Faço como na música: uso metáforas. Se se tratasse de um sorriso, o espaço entre as 2 orelhas não chegava, dá para perceber? Deixo a música do primeiro fim-de-semana que acompanhou toda a semana. Começou na serenata, no apogeu daquela saudade estranha. (A saudade é sempre estranha. Nunca deveríamos ter razões para a sentir. Há sempre mais para viver, coisas que ainda não foram vividas e das quais teremos, um dia, saudades. Se desse, só tinha saudades quando morresse. Aí é que vale a pena!) Depois, continuou no ECAP, onde ouvi um arranjo vocal com ideias muito boas! (já arranjei a partitura :p) Deixo-vo-la.
Até breve.
sexta-feira, 1 de maio de 2009
Diversidade musical
A noite passada foi musicalmente variada. Começou com um concerto de guitarras que vai de Brahms e Debussy até Queen, seguiu-se a magia dos fados académicos e terminou com uma mistura de "panados-com-póm" e pimbalhada grossa. Enfim, uma grande mistura de sentimentos pelo meio.
Com uma semana de atraso, falo-vos do Folk. Não sabia o que era e, para ser honesto, acho que ainda não sei bem. É giro, sem dúvida (e até já me reconheceram 3 vezes como "aquele que estava na noite de folk"): é um género de música quase exclusivamente dançável, segundo a Sara. A música em si são só 10% do total. Lamento Sarinha mas, como te disse, não concordo... Mais depressa ficava quietinho a ouvir folk do que a dançar ao som do silêncio. No entanto admito que a compreendo tal como qualquer um dos pobres leitores desta humilde página compreenderia se visse esta criatura a dançar ao som de uma música que lhe agradasse! Não me fico pela fé de que compreenderiamMu, afirmo-o com toda a certeza. Relembrem a vossa leveza quando se dirigem ao quarto a meio da noite no escuro (seja porque estão a chegar e não querem acordar ninguém com as luzes ou porque foram tomar um copo de água) e revejam a forma como se desviam dos objectos que sabem existir, das paredes, das portas e até sabiam bem onde é o interruptor, tão bem que nem precisam de lhe tocar para voltar para a cama. A Sara a dançar é mais ou menos assim mas sem ter um destino predefinido.
E como ela diz que o folk não se ouve simplesmente, eu vou respeitar e deixar outra que nada tem a ver.
Com uma semana de atraso, falo-vos do Folk. Não sabia o que era e, para ser honesto, acho que ainda não sei bem. É giro, sem dúvida (e até já me reconheceram 3 vezes como "aquele que estava na noite de folk"): é um género de música quase exclusivamente dançável, segundo a Sara. A música em si são só 10% do total. Lamento Sarinha mas, como te disse, não concordo... Mais depressa ficava quietinho a ouvir folk do que a dançar ao som do silêncio. No entanto admito que a compreendo tal como qualquer um dos pobres leitores desta humilde página compreenderia se visse esta criatura a dançar ao som de uma música que lhe agradasse! Não me fico pela fé de que compreenderiamMu, afirmo-o com toda a certeza. Relembrem a vossa leveza quando se dirigem ao quarto a meio da noite no escuro (seja porque estão a chegar e não querem acordar ninguém com as luzes ou porque foram tomar um copo de água) e revejam a forma como se desviam dos objectos que sabem existir, das paredes, das portas e até sabiam bem onde é o interruptor, tão bem que nem precisam de lhe tocar para voltar para a cama. A Sara a dançar é mais ou menos assim mas sem ter um destino predefinido.
E como ela diz que o folk não se ouve simplesmente, eu vou respeitar e deixar outra que nada tem a ver.
segunda-feira, 20 de abril de 2009
Um voluntário à força para desistir
Lamento mas não conheço os Dr1ve que se mostram em muito bom estado na última do pepitas. A Lúcia Moniz, também lá para o meio, dispensa apresentações. Vai daí, conclui-se que não temos introdução musical hoje e podemos passar directamente para a Homilia.
A tecnologia trouxe coisas inimagináveis tais como o TAC, a luz eléctrica, o paracetamol, o leitor de mp3 (para muitos, paracetamol), o telemóvel e o lança-mísseis. Fez com que fosse possível sair à noite escolhendo se queremos andar às apalpadelas. Antigamente, não havia escolha salvo se estivesse lua cheia e mesmo assim às vezes abria-se uma excepção. Aumentou a esperança média de vida pelo que somos capazes de ter mais tempo para ouvir uns concertos jeitosos (de 5 gajos que arrepiam como o de uma quinta feira cujo nome começa com "Vo" e acaba com "zesdarádio") e alguma musiquinha no mp3 como o meu que hoje ainda mal saiu dos meus ouvidos (mas baixinho para ouvir bem). Trouxe-nos a magia da partilha tipo twitter: a todo o momento podemos dizer qualquer coisa a alguém e quando não conseguimos sentimo-nos desesperados. Trouxe-nos a magia do "já não sei esperar" e a do "se não me respondes dentro de 1 minuto mando-te um toque". Deu-nos uma noção do realmente imediato. O que é um percurso de 10Kms actualmente? O que são mesmo os 10 minutos de pausa matinal para o café? Tanto se pode fazer em 10 minutos
e em 10Kms que o meu dia de 24h pode parecer de 26. Posso simplesmente, com uma dose ligeira de força numa meia dúzia de botões e um bocadinho de criatividade, gerar um sorriso numa cidade longínqua ou do outro lado da rua ou posso ainda usar esse tempo para não o fazer. Acabo o dia num frenesim sem nunca desistir de mais um segundo mas começo a aperceber-me que preciso que a humanidade evolua mais depressa. Criem os clones depressa! Daqueles com actualizações que me fazem ter vivido tudo o que vivi mais o que o que viveu o meu duplo... Não dá e vejo-me obrigado a desistir. Só me lembro de desistir de uma coisa: do ginásio. Houve uma sensação de incapacidade... mas passou depressa com o tempo que não gastava a cansar-me e que podia aproveitar para, sei lá, descansar! Mas desta vez é diferente. Ouso dizer que é a primeira vez que digo "Desisto", o assumo e me faz diferença. E que diferença...
terça-feira, 14 de abril de 2009
Barrocos
Hoje, apesar do trabalho intenso, lá se arranjou um minuto para vir dar a conhecer a algum perdido que aqui passe a notícia que por aí circula. Georg Friedrich Händel morreu há 250 anos. Mais uma data, mais um pretexto para celebrar não a sua morte mas a sua existência, como aliás sucede com todos os aniversários. Alguns merecia ser (ou ter sido) assinalados mas falharam. Visto tratar-se somente de um pretexto podemos sempre festejar noutro dia (ou simplesmente não festejar). Curiosidade: Este outrora jovem senhor muito passeado morreu... cego! É verdade, parece sina de músico famoso: morrer sem um dos sentidos. Aconteceu o mesmo com o Beethoven embora esse tenha sido ainda mais irónico. Os outros milhões é que fugiram à regra, sacanas.
Morreu em Londres tendo sido sepultado na abadia de Westminister , local onde disfrutei recentemente de um concerto divinal por meia dúzia de putos de 7 anos acompanhados pelos senhores que tomavam conta deles (sendo que no fim eles é que tomaram conta de todos os que os ouviam), sentado numa cadeira de alto patriarca do clero. E à borla, claro!
Ficam na maravilhosa companhia dos Swingle Singers a representar o alemão de uma forma que ele provavelmente não gostaria mas que nós (ou simplesmente eu) agradeço por existir!
Morreu em Londres tendo sido sepultado na abadia de Westminister , local onde disfrutei recentemente de um concerto divinal por meia dúzia de putos de 7 anos acompanhados pelos senhores que tomavam conta deles (sendo que no fim eles é que tomaram conta de todos os que os ouviam), sentado numa cadeira de alto patriarca do clero. E à borla, claro!
Ficam na maravilhosa companhia dos Swingle Singers a representar o alemão de uma forma que ele provavelmente não gostaria mas que nós (ou simplesmente eu) agradeço por existir!
segunda-feira, 6 de abril de 2009
Ideias manhosas
Uma vez mais tive uma ideia que pensei ser única mas demorei demasiado tempo a aplicá-la. Ao que parece já existe uma empresa que trata disso! Estava eu todo contente a projectar um sistema que me abrisse o armário da roupa quando soubesse que eu estava por perto e que fechasse quando eu fosse embora. Poupava tempo? Não! Mas poupava a vozinha da mãe a berrar "Estas portas estão sempre abertas!!!".
Estava a dizer que já há uma empresa em Paredes (sim Alheira, já sei que paredes é que rula e claro que uma merda destas tinha de ser em paredes e tudo e tudo e tudo) que já faz uma história parecida. "Armários abre-te sésamo" como diz o título da notícia:
-"São electricas?"
"Não, é magia!!! Quers ber?!" (devia pensar o senhor)
"E esta báscula?"
"Este BASCULANTE!(...)"
"Se quiser comandar pru boz, chama e a roupa vem". Isto poupa logo uns minutos na cama! Ora a camisola quero que venha ter ao meu tronco, as calças às pernas, as meias directamente aos pés. Depois é só levantar.
"Às vezes chegamos ao ponto de saber de que lado é que a senhora quer as suas arrumações ou o marido..." ("Olhe, eu queria um espaço para as calças ali em baixo e em cima quero meter as camisolas. De lado deixe-me um compartimento ligeiramente mais alto para guardar os vestidos e para arrumar o meu marido.")
Mas afinal só fazem roupeiros para senhoras?! E essa história do papel na sociedade?
Esta história está mal contada... "Vamos à música": Norton, cachopos de Castelo Branco que decidiram dar 10 a 0 ao fazer renascer o "Pump Up The Jam" dos Technotronic. Para quem quiser comparar aqui está a original:
Technotronic - Pump Up The Jam
Estava a dizer que já há uma empresa em Paredes (sim Alheira, já sei que paredes é que rula e claro que uma merda destas tinha de ser em paredes e tudo e tudo e tudo) que já faz uma história parecida. "Armários abre-te sésamo" como diz o título da notícia:
Notícia AquiA entrevista está engraçada. A ideia não é exactamente a minha - estava a pensar usar RFID ou um detector de movimento. Mas estes senhores vão muito mais longe. "As gabietas, com um simples toque, abre totalmente 100% e(...) feicha completamente". Note-se que as gabietas abre! e as gabietas feicha!
-"São electricas?"
"Não, é magia!!! Quers ber?!" (devia pensar o senhor)
"E esta báscula?"
"Este BASCULANTE!(...)"
"Se quiser comandar pru boz, chama e a roupa vem". Isto poupa logo uns minutos na cama! Ora a camisola quero que venha ter ao meu tronco, as calças às pernas, as meias directamente aos pés. Depois é só levantar.
"Às vezes chegamos ao ponto de saber de que lado é que a senhora quer as suas arrumações ou o marido..." ("Olhe, eu queria um espaço para as calças ali em baixo e em cima quero meter as camisolas. De lado deixe-me um compartimento ligeiramente mais alto para guardar os vestidos e para arrumar o meu marido.")
Mas afinal só fazem roupeiros para senhoras?! E essa história do papel na sociedade?
Esta história está mal contada... "Vamos à música": Norton, cachopos de Castelo Branco que decidiram dar 10 a 0 ao fazer renascer o "Pump Up The Jam" dos Technotronic. Para quem quiser comparar aqui está a original:
Technotronic - Pump Up The Jam
quinta-feira, 2 de abril de 2009
Trivialidades
No fim de um dia de correria, sem tempo sequer para almoçar, as trivialidades são sobrevalorizadas. A caminho da quase inigualável beleza da ribeira portuense para jantar com "a malta" olho por cima do ombro para o dia que lá olho melhor para o café matinal ao sol da esplanada do silencioso bar dos alunos num recanto da faculdade. "Pum. Ouviste isto? Foi a minha cabeça". No fim de ter andado a fugir por recantos escondidos a correr atrás do trabalho fui apanhado por uma larga conversa com amigos desaparecidos. (Talvez me tenha encontrado no seu desaparecimento.)
Tento ganhar força para aguentar uma noite de folia no meio da minha podridão de cansaço. "OLHA (inspiração curta e precipitada), o setecentos e quatro!!!" - dizem ao correr na passadeira com o sinal prestes a "encarnar". (encarnar: v. tr.Dar a encarnação a., . cevar (o cão) em carniça (para o habituar à caça). v. intr. Assumir (a Divindade) a natureza humana, c riar carne. v. pron. encarniçar-se (o animal na presa), m eter-se pela carne ... ficar encarnado?) Um dia diferente, desta vez feito das coisinhas que não abalam ninguém, que não são minimamente marcantes como os grandes eventos nem imploram por que não as esqueçamos... mas das que me lembro.
Um dia bom. :)
[Não sou grande fã de Norah Jones... Mas hoje andei com esta música na cabeça o dia quase todo!]
PS: e o mosfet*! Como é que me esqueci de referir o "mosfet*"?! Não é um nome porreiro para se chamar a alguém mas para quem não conhece confesso que é engraçado...
Tento ganhar força para aguentar uma noite de folia no meio da minha podridão de cansaço. "OLHA (inspiração curta e precipitada), o setecentos e quatro!!!" - dizem ao correr na passadeira com o sinal prestes a "encarnar". (encarnar: v. tr.
Um dia bom. :)
[Não sou grande fã de Norah Jones... Mas hoje andei com esta música na cabeça o dia quase todo!]
PS: e o mosfet*! Como é que me esqueci de referir o "mosfet*"?! Não é um nome porreiro para se chamar a alguém mas para quem não conhece confesso que é engraçado...
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